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Grupo de Cedro do Abaeté aprende a fazer inseminação

O instrutor Dênio de Figueiredo lembrou que, para fazer este curso, é necessário que o produtor já tenha feito as capacitações de Criação de Bezerras e a de Casqueamento

por Weslley Raphael
29/07/2021 - 12h51

Grupo de Cedro do Abaeté aprende a fazer inseminação

Pequenos produtores e trabalhadores rurais de Cedro do Abaeté, na região central do estado, participaram do curso de Inseminador, do Sistema FAEMG/SENAR/INAES, promovido em parceria com o Sindicato dos Produtores Rurais de Abaeté. “Ficamos felizes porque, mesmo com a pandemia, o SENAR manteve-se atuante, levando conhecimento e tecnologia ao campo. Com esse curso, o produtor consegue otimizar o rebanho, evitando custos desnecessários com a manutenção de animais não produtivos”, destacou o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Abaeté, Constantino Dias Neto. 

O instrutor Dênio de Figueiredo lembrou que, para fazer este curso, é necessário que o produtor já tenha feito as capacitações de Criação de Bezerras e a de Casqueamento. “Os cursos ensinam como melhorar o desempenho zootécnico do rebanho, que engloba a parte de alimentação, e o desempenho sanitário, que envolve a identificação e tratamento de doenças. Já no curso de Inseminador, o produtor aprende a hora certa de inseminar a vaca, identificar o cio e colocar o sêmen dentro do aparelho reprodutor da vaca, seguindo todas as técnicas”. 

O participante Luciano de Camargos foi logo colocando o aprendizado em prática na fazenda onde trabalha e, muito feliz, compartilhou a experiência com os colegas e com o instrutor. Em uma mensagem de áudio, ele disse: “Hoje já comecei meus trabalhos como inseminador. Inseminei a melhor vaca da fazenda, muito boa de leite, ela entrou no cio pela manhã e já fiz a inseminação agora no final da tarde. Foi coisa de cinco minutos, agora é esperar o resultado”. 

O instrutor disse não ter dúvidas de que vai dar certo. “O Luciano é muito elogiado pelos colegas e pelo patrão quanto à criação de bezerros. A mortalidade na fazenda é praticamente zero. Ele é muito cuidadoso e dedicado no que faz. Ele já saiu do nosso último curso, dizendo que queria ir logo para a fazenda onde trabalha, para aplicar o que aprendeu”.

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Fonte: : SENAR

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